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| 29 Março 2008 02:14 |
| Tu és um monstro!
Tentas perscrutar todos,
Mas em teu vil coração
A sordidez é quem ganha!
Perspicaz operário das ruínas
É o ser humano, é o homem...
Regurgito tuas blasfêmias
E fazes de gozo teu ato
O elo entre o intríseco e
O maniqueísmo.
Sobe à mim a ânsia de vômito
Que, importuna, explode de
Odes sórdidas e e torpes. |
| 29 Março 2008 02:30 |
| Quando a vi,
O vento soprava forte,
As nuvens corriam rápidas,
O tempo não parou, mas
A minha respiração ficou ofegante.
Eu a vi.
Minha flor, tão perto e não
Posso tocá-la com essas minhas
Mãos rudes e insensíveis,
Não posso senti-la,
Não posso, nunca mais, vê-la.
Minha flor negra.
Quando poderei encontrar-te?
Só nos meus sonhos
Impuros,
Mas de que ventre saiu tão bela flor?
Das mãos do amor?
Minha flor... não vês
Que sofro quando te vejo?
Que te vejo em cada
Flor que encontro no caminho?
Minha flor negra...
Tão solitária no campo,
Enquanto eu corro léguas e léguas,
Em busca solo que te contém. |
| 1 Abril 2008 14:04 |
| Ei, casper...
Estava super este poema, volta ele pra cá!
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| 2 Abril 2008 00:57 |
| Ma, ma, ma, ma, ôeee!
Cadê o poema Casper? |
| 2 Abril 2008 01:04 |
| Foi um que eu já havia postado antes, por isso apaguei.  |
| 2 Abril 2008 01:10 |
| Ah, rsrs.  |
| 2 Abril 2008 11:57 |
 goncin Número de Mensagens: 3133 | Perfeita imitação do Sílvio Santos três postagens acima, Thatha!  |
| 2 Abril 2008 14:03 |
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Eu passei a noite conversando com umas primas louquinhas, fiquei especialista nisso...  Hehe.
Roqueeee! |
| 11 Abril 2008 08:15 |
| OS TEUS SEIOS
Os meus lábios nos teus suaves seios
Encontram o prazer entumecente
Que transmite ao meu corpo já tremente
O vigor que sacia os devaneios...
Encho as mãos do teu peito e sinto anseios
A fluir como rios em torrente
Que tornam o meu sangue tão potente
Que estou dentro de ti livre de enleios...
Os teus seios redondos e empinados
São o cerne dos sonhos mais sonhados,
São a cana-de-açúcar que suguei,
São os pomos que o meu grito agarrou
Nos dias em que o teu corpo sangrou
E no teu inverso eu também sangrei |
| 15 Abril 2008 16:25 |
| Sobre as rodas cinzentas da tristeza
que se perdem cada vez mais na escuridão,
o renegado caminha para sua fortaleza.
Restaurar-se-á da recente destruição.
Levado para um passeio por rua sombria
onde o fogo da perdição queima ardente,
vaga, o renegado, com sua alma vazia,
fugindo das vozes que envenenam sua mente.
À beleza da Lua Negra, sob o relento,
Sua jornada junto à Madeira de Burnquist,
Segue o Andarilho das Trevas ao vento.
Sob glória ou queda, ele nunca desiste.
Desliza sobre o Aço do Orc, só quer esquecer.
Nos braços do Alto Elfo cai a lágrima da criança.
Que viu o sangue de seus nobres pais escorrer.
A razão de o renegado perder a esperança.
Brilha agora a Lua Escarlate do sangue dos Anjos Caídos
Através da névoa que encobre a guerra que escolheram travar.
Sem motivo, suas espadas deixam mais corações partidos.
E o renegado, com seu carro de fogo, espera sua hora chegar.
Penumbras amaldiçoam a Terra Negra com o Som de Themmör.
A alma do andarilho está tão fria quanto as montanhas, agora.
Nem mesmo as chamas das Rodas Sagradas lhe dão o suficiente calor.
Em busca do descanso eterno, o renegado espera por sua hora. |
| 18 Abril 2008 01:46 |
| Como tu me machucas, Poesia
Inspiradora da complexidade
Com esta vã beleza em demasia
Por minha’alma não tens nem piedade
Sempre dedico sonetos e versos
Mas tu só trazes para mim fracasso
E teus pensamentos vis e subversos
Para este meu coração tão devasso
Pela poesia tão desiludido
Pela vida mutilado e sofrido
Fazendo círculos em seu caminho
Como se por toda sua vida andasse
Em busca de algo que se realizasse
Mesmo que fosse este o errado caminho. |
| | 18 Abril 2008 01:46 |
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Sonhei que uma voz brigava comigo
Ela gritava... Será que consigo
Suportar este seus sermões eternos?
Ouvirei durante todos invernos?
Mas que voz insuportável e rude!
Escutei seus dizeres como pude:
Sem nada ter feito: apenas ouvi.
Tudo isso que fiz, enquanto vivi.
Respeito, ignorância, medo, terror...
Falava de tudo: atos... cenas... dor...
Á essa voz suprema, obediência!
Essa Voz inseparável é monstro
Que crio, escondo e nunca demonstro
Minha eterna e invencível Consciência! |