|
Poesias, Poemas e afins.Geral
Resultados 41 - 60 de cerca de 71 | | | 30 Agosto 2008 01:57 | | | | 30 Agosto 2008 01:57 | | | | 1 Abril 2008 14:04 | | Ei, casper...
Estava super este poema, volta ele pra cá!
| | 2 Abril 2008 00:57 | | Ma, ma, ma, ma, ôeee!
Cadê o poema Casper? | | 2 Abril 2008 01:04 | | Foi um que eu já havia postado antes, por isso apaguei.  | | 2 Abril 2008 01:10 | | Ah, rsrs.  | | 2 Abril 2008 11:57 |  goncin Número de mensagens: 3615 | Perfeita imitação do Sílvio Santos três postagens acima, Thatha!  | | 2 Abril 2008 14:03 | |
Eu passei a noite conversando com umas primas louquinhas, fiquei especialista nisso...  Hehe.
Roqueeee! | | 11 Abril 2008 08:15 | | OS TEUS SEIOS
Os meus lábios nos teus suaves seios
Encontram o prazer entumecente
Que transmite ao meu corpo já tremente
O vigor que sacia os devaneios...
Encho as mãos do teu peito e sinto anseios
A fluir como rios em torrente
Que tornam o meu sangue tão potente
Que estou dentro de ti livre de enleios...
Os teus seios redondos e empinados
São o cerne dos sonhos mais sonhados,
São a cana-de-açúcar que suguei,
São os pomos que o meu grito agarrou
Nos dias em que o teu corpo sangrou
E no teu inverso eu também sangrei | | 15 Abril 2008 16:25 | | Sobre as rodas cinzentas da tristeza
que se perdem cada vez mais na escuridão,
o renegado caminha para sua fortaleza.
Restaurar-se-á da recente destruição.
Levado para um passeio por rua sombria
onde o fogo da perdição queima ardente,
vaga, o renegado, com sua alma vazia,
fugindo das vozes que envenenam sua mente.
À beleza da Lua Negra, sob o relento,
Sua jornada junto à Madeira de Burnquist,
Segue o Andarilho das Trevas ao vento.
Sob glória ou queda, ele nunca desiste.
Desliza sobre o Aço do Orc, só quer esquecer.
Nos braços do Alto Elfo cai a lágrima da criança.
Que viu o sangue de seus nobres pais escorrer.
A razão de o renegado perder a esperança.
Brilha agora a Lua Escarlate do sangue dos Anjos Caídos
Através da névoa que encobre a guerra que escolheram travar.
Sem motivo, suas espadas deixam mais corações partidos.
E o renegado, com seu carro de fogo, espera sua hora chegar.
Penumbras amaldiçoam a Terra Negra com o Som de Themmör.
A alma do andarilho está tão fria quanto as montanhas, agora.
Nem mesmo as chamas das Rodas Sagradas lhe dão o suficiente calor.
Em busca do descanso eterno, o renegado espera por sua hora. | | 18 Abril 2008 01:46 | | Como tu me machucas, Poesia
Inspiradora da complexidade
Com esta vã beleza em demasia
Por minha’alma não tens nem piedade
Sempre dedico sonetos e versos
Mas tu só trazes para mim fracasso
E teus pensamentos vis e subversos
Para este meu coração tão devasso
Pela poesia tão desiludido
Pela vida mutilado e sofrido
Fazendo círculos em seu caminho
Como se por toda sua vida andasse
Em busca de algo que se realizasse
Mesmo que fosse este o errado caminho. | | 30 Agosto 2008 01:55 | | | | 11 Agosto 2008 17:10 | | PROJETO DE PREFÁCIO
Sábias agudezas... refinamentos...
- não!
Nada disso encontrarás aqui.
Um poema não é para te distraíres
como com essas imagens mutantes de caleidoscópios.
Um poema não é quando te deténs para apreciar um detalhe
Um poema não é também quando paras no fim,
porque um verdadeiro poema continua sempre...
Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte
não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras.
Mario Quintana
| | 27 Agosto 2008 02:11 | | Eita, nem me lembrava que tinha posto essa ruma de poesia. Que exagero.  | | 27 Agosto 2008 13:08 | | Hehehe, exagero nada, o negócio aqui não tem limite, especialmente em relação à ela. | | 28 Agosto 2008 00:02 | | Da "terrinha" para o "sertão":
Será que não sei,
ou estou vendo mal?
Mas aquele cara
que ri de si próprio,
brinca com tudo
e chalaça de todos,
é o mesmo que,
num fugaz momento,
de portas abertas
à veia poética,
muda de tom,
fica sofrido,
e chora baixinho?
| | 30 Agosto 2008 01:51 | | Tempos
Há tempos que os homens não
Sentem a batida do seu coração
São homens mortos pelo cotidiano
São homens mortos pelo conformismo
Não espere de mim versos
Belo e simétricos
São todos subversos
Em canções imperfeitas.
Há tempos que a honra
Há tempos que o caráter
Há tempos que a alma
Valiam mais que o dólar,
Mas hoje vejo que tudo está
Diferente e globalizado
I'm sorry, my friend
I can't sing in portuguese
Today everything is in english!
Há tempos que já não somos os mesmos
Há tempos que o mundo mudou
Há tempos que não temos tempo
Há tempos que não temos paz
Há tempos que não temos tempo (pra sermos felizes)
Há tempos que éramos sinceros (pra ser sincero)
Há tempos que não temos tempo
Há tempos que não temos tempo para termos tempo! | | 11 Setembro 2008 12:46 | | O elogio deste chão
Lá vai o nefelibata
nas asas dum passarinho!
Na sua lira de prata,
vai dedilhando, baixinho,
as notas duma canção
que não diz sim nem diz não...
Além, nas nuvens, não há
a promessa deste chão...
Nem há, sequer, o maná
que, lendário, já foi pão...
Só, na saudade do mar,
o sonho de regressar...
Eu sou filho deste chão.
Com o meu suor amasso
a farinha do meu pão,
que é de trigo e de cansaço.
Onde há beleza mais rara
do que o pão que há na seara?
O céu eu tenho por tecto.
É no chão que se autentica
a certeza do projecto
que sou e me justifica...
E sou, nos versos que escrevo,
tudo quanto, chão, me devo...
José-Augusto de Carvalho
2 de Julho de 2008.
Viana * Évora * Portugal
| | 13 Setembro 2008 00:09 | | Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
In Movimento Perpétuo,
António Gedeão, 1956
Nota:
Tenho imensa pena de não poder pôr aqui a canção.
É linda!
Vejam no You tube...
ou peçam que eu mando,
com todo o prazer! | | | 14 Setembro 2008 05:15 | | Hear yours friends
They don't lie
Never for you
I had to die
Life is a book
Old and small
I'll come back
I'm here, for all
You need a friends
Because I'm dying
Don't expect me to lie
Only try to begin
Life is eternal
You're good girl
Don't cry, never
You are my pearl
Close your eyes
and look deep
for you this is
only one trip. |
|
| |